terça-feira, 9 de agosto de 2011

O FLAGELO DO TRÁFICO HUMANO NO BRASIL


A reportagem de abertura do programa Fantástico no dia 17 de Abril na Rede Globo, apresentou um retrato claro de um dos maiores flagelos que a humanidade enfrenta nos dias atuais: o tráfico de seres humanos.

A matéria, que teve início com o "aparecimento" de um adolescente haitiano no metrô de São Paulo na semana retrasada, fez um rastreamento e esclareceu em pormenores o caso, em que a mãe do menor contratou os chamados "coiotes", para levar seus dois filhos do Haiti para a Guiana Francesa, onde mora há oito anos.

Além de só ter levado um menino, os coiotes estorquiram a família, como costumeiramente fazem, pedindo dinheiro além do combinado e por finalmente abandonarem o garoto - após passarem por vários países da América Latina -, numa estação paulista.

Felizmente este caso terá um final feliz, onde a justiça brasileira encaminhará o garoto à mãe, na Guiana Francesa. Mas é um caso isolado. Por dia, milhares de pessoas no mundo inteiro são vítimas deste crime, num comércio ilegal e que rende bilhões de dólares por ano para quadrilhas especializadas e que por vezes não enfrentam nenhum tipo de combate.

Para a Organização das Nações Unidas - ONU, o número de pessoas traficadas no planeta atinge a casa dos quatro milhões anuais, movimentando em torno de 32 bilhões de dólares, dos quais 80% são provenientes da exploração sexual de mulheres. Em meio a essas denúncias, veio a tona uma realidade espantosa: o Brasil é um dos países campeões do mundo em relação ao fornecimento de seres humano para o tráfico internacional, seja para trabalho escravo, prostituição, comércio de órgãos humanos e até pedofilia.

Durante investigações da CPI da Pedofilia da Assembléia Legislativa, levado a cabo no Pará em 2009, lamentavelmente já havíamos constatado o absurdo tráfico de crianças e adolescentes para fins de exploração sexual. E recentemente de casos semelhantes, mas com o intuito para o bárbaro de comércio de órgãos humanos. Quadrilhas de tráfico humano não estão agindo apenas nas principais cidades do país, mas em todos os rincões e até com mais facilidade de operação.

A Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transacional, conhecida como Convenção de Palermo, é o principal instrumento global de combate ao crime organizado. A qual é complementada pelos protocolos que abordam áreas específicas: Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas; Combate ao Tráfico de Migrantes por Via Terrestre, Marítima e Aérea, e Contra a Fabricação e o Tráfico Ilícito de Armas de Fogo.

No Brasil, o Ministério da Justiça tem se esforçado em combater este crime, através da Coordenação de Enfrentamento do Tráfico Humano. Mas ainda é insuficiente, a começar pela extensão de nossas fronteiras e pelo número reduzido de pessoal para combate deste mal, sem falar na quase que completa ausência de campanhas informativas nos Estados e municípios.

Na Câmara Federal, há uma iniciativa do parlamento em colaborar com as autoridades, através de uma Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI, protocolada por mim em março último, com a assinatura de mais de 180 parlamentares. Estamos neste momento aguardando apenas a autorização da mesa da casa para sua instalação e início dos trabalhos.

O objetivo desta CPI será o de investigar o tráfico de pessoas no Brasil, onde se verificarão suas causas, consequências e responsabilidades, no período de 2003 a 2011, compreendido na vigência da Convenção de Palermo.

Com o recente crescimento econômico do Brasil, onde mais trabalhadores serão exigidos em algumas regiões do país, é esperado um incremento deste crime, com quadrilhas nacionais e internacionais, que agindo nos países vizinhos, trazem trabalhadores para invariavelmente trabalharem e morarem em condições sub-humanas, próximas à escravidão e à margem das legislações vigentes.

É preciso que se combata com seriedade estas redes de exploração, onde pessoas inescrupulosas, capazes de negociarem seus semelhantes apenas para auferirem benefícios financeiros, tenham suas atividades criminosas investigadas e encerradas.

Arnaldo Jordy - Deputado Federal (PPS/PA)
Vice-Presidente da Comissão de Direitos Humanos
e Minoria da Câmara dos Deputados

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

CABIDES PARTIDÁRIOS


Mais um demitido no Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit).

É o 20º que sai, depois da revelação do esquema de corrupção sem precedentes no Ministério dos Transportes e áreas sob sua órbita de influência.

Desta vez, o demitido foi o coordenador geral de Operações Rodoviárias do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit), Marcelino Augusto Santa Rosa. Ele perdeu o cargo após publicação de reportagem mostrando o envolvimento de sua mulher em negócios com o Dnit. Ela seria procuradora de oito empresas contratadas pela autarquia, a maioria ligada à sinalização de rodovias.

Demissões assim, em média uma por dia - ou até mais - em apenas um só setor da administração pública, nunca antes, jamais, em tempo algum se se viu na História desta República permanentemente engolfada em corrupção.

Se isso não é uma limpeza, uma vassourada, uma faxina geral, então o que é? São apenas 'ajustes', diz o novo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

Todo mundo sabe que o ministro usa linguagem, digamos, protocolar. Porque os 'ajustes' a que ele se refere não passam mesmo de limpeza, de vassourada, de faxina geral.


A mesma linguagem protocolocar, rebuscada, meio enigmática foi usada recentemente pelo então diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot - ele próprio integrante da lista dos 20 que já saíram -, ao comparecer perante comissão do Congresso.


Quando se referiu ao superfaturamento de obras, fato comprovado por ninguém menos que a presidente da República, Dilma Rousseff, Pagot disse assim: 'Obviamente, como fazia bastante tempo que a própria presidente não comparecia a uma reunião daquele tamanho que foi feita, eu não me surpreendi de ela ter se admirado que algumas obras estavam com o escopo bem superior aos registros iniciais que constavam nos balanços do PAC.'

'Escopo bem superior aos registros iniciais que constavam nos balanços do PAC', na elegante formulação idiomática do então diretor- geral do Dnit, é expressão que significa superfaturamento. Sem tirar nem pôr.

De que adianta autoridades capricharem no verbo para amenizar certas situações? De nada adianta. A sociedade pode até não entender ao certo o que agentes públicos dizem, mas percebe claramente o que eles fazem.

Tentar esconder o Sol com a peneira apenas contribui para aguçar a curiosidade e lançar no descrédito quantos imaginam que podem tirar por menos, quando se trata de punir deslizes éticos intoleráveis.

No caso específico da razia que o Partido da República (PR) promoveu na área dos Transportes do governo Dilma Rousseff, fica evidente, uma vez mais, a necessidade de se profissionalizar a administração pública, que historicamente é partidarizada no Brasil.

A justificativa apresentada pela classe política é a de que a democracia representativa implica a necessidade de alianças. E na conformação dessas composições - que em tese podem até ser legítimas -, a distribuição de cargos é a principal, senão a única moeda de troca.

As deformações, as transgressões, as extrapolações de limites éticos aceitáveis começam por aí; aliás, começam e terminam justamente aí.


Por quê? Porque, muito embora a palavra e a decisão finais sejam do chefe do Executivo, os partidos é que indicam seus apaniguados para ocupar cargos de relevância. E dificilmente as indicações são recusadas, o que não significa que sejam bem-vindas.

Ou será que alguém imagina que a presidente da República se orgulha de ter em seu governo um ministro como o do Turismo, que usou dinheiro público para bancar uma festa do arromba dentro de motel em São Luís do Maranhão?

O cabide partidário em que se transformou a área dos Transportes, até aqui fatiada para o PR, comprova que práticas como essas são deletérias. E precisam acabar.

Fonte: O Liberal

sábado, 6 de agosto de 2011

BOICOTE AO PARÁ


O BLOG DO JOÃO, esteve no show do Jota Quest na AP. Sentimos que algo cheirava mal quando após ser anunciado o show da Gang do Eletro, no encerramento do evento, as luzes se acenderam e a banda não se apresentou. Descobrirmos a verdade através do musicaoriginalbrasileira.blogspot.com, no qual reproduzo na íntegra postagem do blog.

Desde já disponibilizamos este espaço para que a BIS possa se justificar perante a opinião pública.


Leiam e tirem suas conclusões.

BIS ENTRETENIMENTO BOICOTA PARTICIPAÇÃO DA GANG DO ELETRO EM SHOW DO JOTA QUEST EM BELÉM DO PARÁ.

Era pra ser uma grande noite. Pela primeira vez na história, uma banda de projeção nacional dividiria espaço com uma banda que surgiu do caldeirão criativo do tecnomelody: a Gang do Eletro iria encerrar o show dos mineiros do Jota Quest em seu show em Belém. O evento foi organizado pela empresa paraense Bis Entretenimentos, que se auto intitula a "Maior produtora de eventos no norte do país". Mas não só, foi a Bis Entretenimentos que capitaneou a gravação do DVD Movimento Tecnomelody para a Som Livre e se diz a maior divulgadora e incentivadora dos artistas do Pará.
Pois bem. Não foi uma grande noite, muito pelo contrário, foi uma noite vergonhosa para todos que se consideram admiradores da cultura paraense. A Bis Entretenimento boicotou a Gang do Eletro, impossibilitando a apresentação. A empresa ainda não se manifestou publicamente a respeito, o que não significa nada, pois uma atitude dessa pode até ser explicada, mas nunca justificada. O cantor Rogério Flausino divulgou amplamente em seu Twitter que a Gang do Eletro participaria do show como convidada pessoal, até anunciou a banda quando acabou sua apresentação... No entando as luzes foram apagadas, o som desligado e Waldo Squash, Madeiro e a turma toda ficou no palco com cara de tacho. Segundo Waldo "foi a pior humilhação da minha vida".

O que leva uma empresa a tomar uma atitude indefensável dessas? A história é longa e se no final soar como novela mexicana, a culpa não será minha, coloquem na fatura dos protagonistas.
Tudo começou em abril de 2009, quando os baianos da banda Djavú plagiaram metade do CD da banda Ravely. Essa história eu contei nos mínimos detalhes no Watergate do Tecnobrega, taí o link. O fato serviu de alerta para que a Bis enxergasse aí uma ótima oportunidade de capitalização e imediatamente tratou de organizar a gravação de um DVD com os artistas de tecnomelody. A Som Livre comprou o peixe e o projeto prosseguiu.

Ocorre que a Bis tem um talento enorme para organização de eventos, seu departamento comercial é super competente, mas eles não possuem um departamento artístico, o que levou a cometerem uma série de patuscadas. Economizaram onde não deveriam e gastaram horrores onde não poderiam. O resultado foi um cenário medíocre, figurinos sofríveis e um retumbante fracasso. O DVD Movimento Tecnomelody hoje em dia não serve nem como peça de museu, pois nem o espírito da época conseguiu capturar.

Mas a Bis não conseguiu enxergar isso, e passou a gastar mais e mais dinheiro na divulgação do DVD, cobrando das bandas participantes empenho irrestrito. Mas empenho para divulgar o DVD, não as bandas. O contrato não previa uma mão dupla, era tudo para o DVD e pra Bis e nada para as bandas. Daí que aos poucos os próprios artistas foram se afastando do projeto. A Bis não soube ser diplomática e foi cortando relações com um por um deles.

Em agosto do ano passado passei a assinar uma coluna semanal no jornal O Liberal. No começo foi tudo muito, tudo muito bem, mas com o passar do tempo começei a sofrer pressão. A primeira vez foi quando questionei a relevancia da lei que tombava o tecnomelody como patrimonio cultural. O deputado Bordalo era amigo da Bis, ele leu, não gostou e pediu minha cabeça. Me safei por pouco.

Logo depois publiquei uma coluna sobre a Gang do Eletro e sugeri para a Bis que investisse tudo que tivesse nos meninos, porque eles tinham tudo para estourar. Ouvi a seguinte resposta: "convidamos eles para tocarem em um evento beneficiente e eles não foram, logo, não vamos ajudar quem não se ajuda". Na época liguei pro Waldo e ele me garantiu que o convite tinha sido feito em cima da hora e como não seriam remunerados, era impossível se organizarem a tempo.

Foi nessa época também que Gaby Amarantos passou a se aproximar da Gang do Eletro e se afastar da Bis. Eu continuava no Liberal e continuava a escrever o que acgava que deveria ser escrito, mandei outra coluna sobre a Gang, desta vez anunciando o reforço de Keila e William. O pessoal da Bis não gostou muito, embora não tenham externado isso. Mas foi só eu escrever um texto sobre o disco novo da Gaby (falando bem, eu escutei a prévia e gostei muito) para que eles surtassem. Recebi uma ligação de uma interlocutota aos berros me dizendo impropérios, desligando na minha cara e me defenestrando do Liberal.

Seis meses depois, fui escalado pelo concorrente deles (nada mais natural, na sequencia dos fatos, que eu aceitasse a proposta) para cobrir o Terruá. Assim foi feito e minha matéria saiu em duas páginas no Diário do Pará. Uma delas inclusive era deidicada a banda e anunciava "A Revolução da Gang do Eletro". Foi chegar o jornal nas bancas que recebi um e-mail altamente ofensivo por parte de um(a) funcionário(a) da Bis. Dali pra frente, devido a algo que os psicólogos chamam de projeção, a Gang do Eletro passou a ser a personificação de todas as frustrações da Bis Entretenimentos.

Quando o Jota Quest anunciou o convite da Gang do Eletro para abrirem seu show em Belém, imediatamente tentaram embargar, mas como o convite tinha sido emitido pelo próprio cantor Rogério Flausino, não puderam negar a priori. Mas não desistiram. Durante o dia do show, tentantam difucultar ao máximo as coisas, negando transporte, camarim. Pra vocês terem um idéia, ao chegarem no local do show, nem o nome dos membros da Gang constava na portaria, foi necessário que o produtor do cantor Otto fizesse várias ligações para eles poderem entrar.

O plano de boicote da Bis foi sórdido. Ao invés de fazer o show de abertura, escalaram a Gang para encerrar o show do Jota Quest, algo no mínimo inusitado, uma banda pequena encerrar o show de uma banda grande. Na sequencia não deixaram a Gang fazer a passagem de som e ao acabar a apresentação do Jota Quest e mesmo com Rogério Flausino anunciando a próxima atração, as luzes foram apagadas, o som desligado e a festa encerrada.

Algumas pessoas que tinham ido lá só pra assistir a Gang do Eletro ainda perrguntavam pelo show, mas nada pode ser feito. Se a Bis Entretenimentos virá a público dar a sua versão dos fatos, não sei, mas o que sei é que o que contei aqui nesse texto é apenas a ponta de um iceberg de incompetência, egos inflados, mentalidades provincianas e prepotência por parte de funcionário da Bis, que afundou o Movimento Tecnomelody e por pura pirraça, quer fazer o mesmo com a banda mais empolgante que surgiu em Belém nos ultimos anos, a Gang do Eletro.

Fonte: musicaoriginalbrasileira.blogspot.com

AMAZÔNIA DEVASTADA


Comprovadamente o Brasil não tem condições de preservar a floresta amazônica. Os órgãos que deveriam proteger e regulamentar a utilização da floresta, são historicamente contaminados pela corrupção. Recentemente a polícia federal desmembrou, através da operação “curupira” uma quadrilha que vinha atuando há 14 anos no Ibama. Foram 130 mandatos de prisão e 1 bilhão de reais em fraudes nas ATPFs (autorização para transporte de produto florestal).
O que nos resta, diante da lama que invade os gabinetes dos órgãos ambientais e com o aumento da devastação da floresta é pensar na internacionalização da Amazônia.

Há comerciais institucionais transmitidos pela televisão do primeiro mundo, inclusive a CNN, onde a repórter Marina Mirabella mostra as maravilhas da fauna e da flora amazônicas para, em seguida, apresentar cenas de devastação, sujeira e imundície, e concluir: "São os brasileiros que estão fazendo isso! Até quando? A Amazônia pertence à humanidade e o Brasil não tem competência para preservá-la!"

Resta os brasileiros engolirem seu orgulho de lado, e admitir que nunca nada foi feito para preservar a floresta. Vimos o ex presidente Lula, deixar uma ministra defensora da Amazônia ser violentada por lobbies corporativistas até não agüentar mais e pedir pra sair. E ficou por isso mesmo. Mais um motivo para crer que não existe no Brasil políticos sérios e políticas de preservação ambiental eficientes.

Veja abaixo, matéria de Luana Lourenço da Agência Brasil

Depois de um recuo em maio, o desmatamento da Amazônia voltou a subir em junho, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em um mês, a floresta perdeu 312,6 quilômetros quadrados (km²), desmate 17% maior que o registrado em maio. Em relação a junho de 2010, quando o desmatamento foi de 243,7 km², houve aumento de 28% no ritmo da derrubada.

O Pará liderou o desmate na região em junho, com 119,6 km² de novas áreas derrubadas, seguido por Mato Grosso, com 81,5 km², e por Rondônia, com 64 km². No Amazonas, as derrubadas atingiram 41,6 km² de florestas, no Maranhão, cerca de 5 km² e no Tocantins, 0,5 km². A cobertura de nuvens impediu a visualização de 21% da Amazônia Legal, segundo o Inpe.

Os números são calculados pelo Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que monitora áreas maiores do que 25 hectares e serve para orientar a fiscalização ambiental. Além do corte raso (desmatamento total), o sistema também registra a degradação progressiva da floresta.

Faltando um mês para o fechamento do calendário oficial do desmatamento (que vai de agosto de um ano a julho do outro), os dados do Deter mostram tendência de aumento da taxa anual de desmate. Entre agosto de 2010 e junho de 2011, a derrubada acumulada foi de 2.429,5 km², frente a 1.810,8 km² registrados no período anterior (agosto de 2009 a junho de 2010), com aumento de 34%.

Apesar da tendência, a taxa anual é calculada por outro sistema do Inpe, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), e só deve ser divulgada em novembro.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

HOMENAGEM AOS NOSSOS POLÍTICOS


Este vídeo é uma homenagem a todos os políticos que mentem, enganam, usam de má fé com o povo e com aqueles que o ajudam a chegar ao poder.
Eles esquecem que eleição tem a cada 4 anos.

sábado, 30 de julho de 2011